Numa reflexão direta e estratégica, Arlindo Rodrigues Fortes analisa o agrobusiness não apenas como agricultura, mas como uma disciplina de gestão crucial — que vai do processamento e construção de marca à logística e exportação. Da moringa moçambicana ao mel da Guiné-Bissau, o potencial dos produtos locais é imenso, mas exige profissionais capazes de dominar as cadeias de valor e ligar mais de 260 milhões de falantes de português ao mercado global.
Mais do que produzir mais, o desafio da próxima década é decidir quem captura a riqueza gerada pelos recursos africanos e transformar matérias-primas locais em marcas globais e prosperidade partilhada.
Este artigo de opinião foi originalmente publicado na BANTUMEN e convidamo-lo(a) a ler esta reflexão profunda sobre como a gestão e a educação executiva podem mudar a dinâmica do agrobusiness no espaço lusófono.