Tendências

A vida depois da mulher forte

Summit Business School

15 junho 2026

1 min leitura

Há uma fase da vida em que olhamos para o espelho e a mulher que vemos parece uma estranha. Sem filtros, sem música de fundo e sem edições. É o momento em que a necessidade constante de sermos funcionais e de correspondermos às expectativas dos outros cobra a sua fatura mais alta: a perda de nós próprias.

Numa crónica desarmante e profundamente honesta, Isabel Portugal partilha a sua própria jornada de desconstrução. Fala-nos sobre o "Óscar invisível" que muitas mulheres carregam por aguentarem tudo, sobre o peso (e o além) das hormonas, e sobre a inquietante pergunta que nós, mais cedo ou mais tarde, teremos de fazer: quando deixarmos de ser úteis e produtivas… quem sobra dentro de nós?

Mais do que um desabafo, este texto é um manifesto sobre a maturidade feminina, a urgência de aprender a contemplar e o nascimento do C'alma Viva - um projeto vital de autoestima e pertença para mulheres que recusam tornar-se invisíveis.

Este texto foi originalmente publicado na Bantumen. Convidamo-lo(a) a ler esta reflexão profunda sobre a coragem de integrar todas as mulheres que já habitamos e de aceitar que a vida é um caminho sempre em construção.

Ler o artigo completo na Bantumen

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Ana Silva Hélio Mukivirele Susana de Sousa Gustavo Levy Sheila Marques